“Pretty Much Everything” na Bienal!
Enquanto os olhares estão todos voltados para os desfiles que rolam nessa 31ª edição da São Paulo Fashion Week, em paralelo vem acontecendo também uma exposição da dupla de fotógrafos holandeses Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin, também ali, dentro da Bienal. A exposição iniciou ontem, dia 13/06, junto com as demais atividades da SPFW e foi batizada de ‘Pretty Much Everything’. A mostra reúne cerca e 286 fotos e celebra os 25 anos de trabalho dos artistas europeus, consagrados por fotografar para grandes nomes como Balmain, Chloé, Gucci, Yves Saint Laurent, Dior, Jean Paul Gaultier, Isabel Marant, Chanel, Roberto Cavalli e ...
Esmalte da semana – Sephora by OPI: I’m Wired
O esmalte dessa semana foi comprado em uma loja que tem um espacinho eternamente garantido no meu coração. Quem me conhece, sabe que tenho delírios só de avistá-la de longe. Sim, minha gente, ela mesma: SEPHORA. A Sephora merece não só o caps lock, como também mereceria glitter, letras em tamanho 72, whatever - é um dos templos de perdição mais cobiçados pelas consumidoras vorazes de cosméticos como eu! Ao entrar na loja, as pessoas ficam sem saber por onde começar, porque, de fato, a variedade de produtos é de fazer qualquer mulher virar os olhinhos. Fiquei horas e horas ali dentro ...
Outono/Inverno Porteño
Aproveitando que já estamos em época de troca de coleções mundo afora, aproveitei para dar uma olhadinha em algumas das minhas marcas favoritas. Logo de primeira fui nas marcas argentinas, já sabendo que acharia um monte de looks com jeitinho cool e feminino que eu adoro (e particularmente acho que sabem fazer muito bem). E essas foram minhas 3 eleitas da estação: Complot Inspirados nos 90’s, punk rock, estilo aviador, estampas animais e minimalismo, a Complot criou um mix de peças super coloridas e cheias de personalidade. Para dar ainda mais destaque a tudo isso, foram usadas variadas texturas que vão desde transparências, ...
Plasticity – O Photoshop da vida real!
Quem usa Photoshop para retocar as fotos sabe que o mais dificil é deixar a pele com o aspecto smooth, macio, com toque de seda. Afinal, temos poros, e eles as vezes vêm com cravinhos, acumulam sujeira, ficam pretinhos e tem a aparência de casca de laranja. É nessa hora que trabalhamos com o 'Healing Brush' e com alguns filtros, como o 'Dust and Scratches' e o 'Gaussian Blur'. Quando trabalhei como assistente de fotografia, acredirem, usei muito essas ferramentas nas peles das modelos! Sim, afinal muitas delas comem e dormem mal, fumam muito, bebem demais, se drogam e só cuidam ...
“Let the Memories Begin” – Espiadinha no especial da Disney!
Penelope Cruz, Jeff Bridges, Queen Latifah, Alec Baldwin, Olivia Wilde, entre outros artistas, participarão do especial anual da Disney, que neste ano se chama "Let The Memories Begin". O ensaio fotográfico recriando as histórias mais famosas do estúdio sairá completo nas principais revistas americanas, incluindo a People, The Oprah Magazine, O, entre outras. As fotografias são de Annie Leibovitz - fantástica, se vocês não conhecem seu trabalho, a gente super indica :) Jeff Bridges e Penelope Cruz em cena clássica de "Bela e A Fera". Olivia Wilde se maquiando para virar a bruxa da "Branca de Neve", com Alec Baldwin como o Espelho ...
10/02/2011
por Mel Nader
Pelo mundo: No caos da Rússia
Difícil resumir o que foi passar alguns dias na Rússia, mas posso dizer que é o caos mais incrível que vi no mundo.
A Rússia é um país ainda cheio de cicatrizes da antiga União Soviética e da Guerra Fria, que passa um ar cinzento e triste por muitos lugares…
Eu fui para lá em tour com uma banda alemã e no aeroporto pequeno de Moscou (achei bem pequeno para uma capital como Moscou) fomos recepcionados pelo promoter local. Ele veio em uma van com o volante do lado direito (lá os carros têm volante em ambos os lados) mas o sentido das pistas é o mesmo que no Brasil. Imagina que estranho era ir do lado do carona, onde geralmente sento para dirigir?
As pessoas dirigem costurando, não sei como se entendem. Não é à toa que vi várias “batidinhas” logo no primeiro dia por lá.
Lá o povo é extremamente acolhedor, uma espécie de brasileiros europeus. Te abraçam, conversam muito, e nunca, nunca dormem ou param de beber.
Já a comida é uma espécie de arroz grudento, bom, mas tem uma cara estranha. No geral, a comida de lá não tem muito sal, e a base é o arroz, mas as batatas recheadas são perfeitas!
Dos apartamentos que conheci, são sempre bem simples e antigos, apertados e compridos também. Os conjuntos de prédios lembram filmes pós guerra, e sair de manhã andando pelas ruas desertas, e a estação de trêm com velhinhos indo trabalhar cedo, juro que me fez sentir em um filme.
A visão saindo do metrô, no centro, é linda, mas não tão linda quanto a visão da Praça Vermelha à noite.
No último show que a banda da qual eu estava acompanhando fez por lá, todo pessoal que conheci naqueles dias apareceu (eu disse que era um povo acolhedor). Foi show de despedida, e me despedir de tudo e todos daquele lugar deu um aperto imenso no coração. No dia seguinte, em um caso atípico, já a caminho do aeroporto, fez calor, encerrando enfim minha passagem pela incrível Rússia.
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Fotos: Mel Nader
09/11/2010
por Mel Nader
Pelo Mundo: Aventurando-se na bella Italia – II
Continuando minha saga-aventura pela Itália…
Depois de conhecer Veneza e os pontos turísticos de Milano, tinha algo que eu gostaria muito de conhecer por lá: a cena musical local. Porque miséria e casa de show underground tem em qualquer lugar do mundo.
Semanas antes, quando eu estava na Alemanha, eu encontrei os amigos do Love Hate Hero, banda californiana, que estavam em tour pela Europa e comentei que estaria na Itália, e se quisessem, eu poderia fotografar lá.
Fechamos. E após meus dias em Veneza rolou o show.
Peguei o local no mapa, e disse que os encontraria lá, porque no mapa parecia que a estação central era bem do lado do “pico”, google indicou poucos metros… Maldito google maps!
Andei puxando minha malinha (seguiria pra Torino na manha seguinte) e a mochila de equipamentos na costas, digamos… por uns 10 minutos, até encontrar o lugar. Era debaixo de um viaduto / ponte/ sei lá o que… Fizemos uma sessão de fotos ali mesmo.
A banda seguiria pra França dali direto, e fizeram de tudo pra me convencer de ir junto. Tentador, seria França, Espanha, depois voltariam para Holanda, pertinho de casa, na Alemanha, mas tinha que seguir para Torino, resolvendo minha vida e neguei a oferta!
Enfim, no dia seguinte, pé na estrada again, Torino, estação central, e de lá outro trem para Pinerolo, que é uma cidade menor ainda na região de Piemonte.
Cheguei lá, a comuni ainda estava fechada. Andei pela cidade fazendo fotos, a cidade da minha família. E foi ali que comecei a finalmente gostar da Itália.
Já na comuni fui super bem atendida, e de lá tive que ir para comuni de Bricherasio…. E lá fui eu de ônibus, e 15 minutos depois cheguei na cidade de 4 mil habitantes pedindo mil informações! Procurei vestir sempre manga comprida cobrindo as tatuagens dos braços. Dizem que são um pouco conservadores, e já havia gente dando informação olhando torto, mas, na maioria, foram muito solícitos na minha cidade. Gostei!
A cidade é linda demais. A atmosfera é outra, gostei muito mais do que de Milano. O albergue é muito melhor e mais barato, não queria ir embora de lá… Hahaha
No outro dia fui na prefeitura carimbar os documentos, e fiquei maravilhada com as arquitetura dos prédios em volta, e com a rapidez que atenderam a todos na fila na minha frente. Isso sim me impressionou, repartições públicas podem sim atender bem. Cheguei arriscando no italiano, e funcionou!
Não queria voltar pra Milano, mas minhas coisas estavam lá no quarto que aluguei. Voltei no mesmo dia, e dia seguinte resolvi ir embora. Nem quis esperar o dia da minha passagem que seria na semana seguinte. Peguei minhas coisas, paguei o quarto que aluguei e dormi no aeroporto até abrirem os guiches… comprei a primeira passagem que achei.
Mal comprei, fui para fila, e descubro que o vôo atrasaria 6 horas. Gentilmente voltei, e disse pra mulher que já havia dormido no aeroporto esperando, e não esperaria nem uma hora. Ela achou uma passagem mais barata, em outro vôo, oh! Devolveu a diferença e se desculpou pelo transtorno. Saiu caro comprando na hora, mas ao menos voltei para Alemanha, com a sensação de ‘voltei pra minha casa’, ‘minha cama’… Porém, confesso que sinto saudades da Itália… mas principalmente daquela pizza! ;)
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Fotos: Mel Nader
28/10/2010
por Mel Nader
Pelo Mundo: Aventurando-se na bella Italia – I
Quando falei com Quel, editora do Ladies, a respeito de escrever sobre viagens, eu pensei em um milhão de coisas, em várias trips que encarei, e fiquei imaginando por onde começar. Como sou jornalista e fotógrafa de shows, pensei em contar um pouco como é fazer um tour com bandas, pegar estrada a trabalho. Porque a maioria das pessoas só pensam em viajar a lazer, e eu não tenho a menor vontade de viajar sem ser munida de equipamento e visando fazer fotos para alguma finalidade. Nem que seja para montar um portfólio incrível e conseguir mais trabalhos depois.
Mas decidi começar com uma viagem que fiz sozinha, para um país que eu não domino a língua, e eu não conhecia ninguém quando fui: a Itália.
Eu morava na Alemanha na primeira metade de 2010, e precisava tirar meu passaporte italiano já que meu visto iria vencer. Ou eu pagava um advogado e resolvia da Alemanha, pelo consulado local, ou iria pessoalmente na Comuni, no meu caso, fica em Torino.
Sem conhecer ninguém lá, e com medo de me jogar sozinha, mandei e-mail para uma colega alemã, que morava em Milano, e que havia conhecido na Suíça. Ela foi minha instrutora de ski! Vai todo inverno trabalhar na estação, depois volta a Itália. E se prontificou a me ajudar, disse para ir a Milano, de lá ela me ajudaria a chegar no lugar certo, em Torino. Dormiria na casa dela, e pegaria um trem. Comprei a passagem.
Dois dias antes da viagem, ela escreve dizendo que teve uns problemas chatos, e não poderia me ajudar, mas que era fácil pegar um trem do aeroporto e chegar em um albergue.
Chegando no aeroporto de Milano, peguei o “treno”. Não foi difícil. Pedi ajuda a uma garota que não só me ajudou, como desceu na estação de metrô, ligou para o albergue, e me colocou na estação certa. Ah, e não deixou eu pagar sequer a passagem, se despediu e foi para o trabalho. Achei incrível, já estava pensando que todos os italianos eram super gentis e prestativos. Mas, não é bem assim não. Alguns sim, mas na maioria, são broncos.
Achei o albergue, e lá conheci muita gente, de todo canto do mundo. O recepcionista Giovanni (nome mais italiano ever!) era uma figura! Toda vez que me via, dizia que eu era a brasileira tatuada mais bonita do albergue. Mesmo porque, eu era a única. Hahaha.
Conheci uns brasileiros que trabalhavam no local, que me deram muitas dicas e ajudaram a achar um quarto para alugar em um condomínio lotado de brasileiros. Mas era longe do centro, em Trezzano, então eu dormia metade lá, metade no albergue, e minhas coisas ficavam no quarto.
Eu precisava esperar chegar um documento do Brasil para seguir para Torino, e antes de chegar, foi minha aventura.
Saí sozinha com minha câmera por Milano, fui na Duomo, visitei o Castelo na Cadorna, e não sentia o menor temor de ser roubada, assim como na Alemanha. Ser fotógrafo na Europa é muito mais tranquilo, em todos o quesitos. Infelizmente é a verdade.
Fiz amizade com uns turcos de um quebab, tanto que nem deixavam mais eu pagar pela pizza. Hahaha.
Até que, conheci um mexicano no albergue, que assim que demos de cara, começamos a conversar como se nos conhecessemos. Ele falava inglês muito bem, pensei que fosse americano, quando descobrimos nossa nacionalidade, foi um portunhol danado. Hahaha.
Ele me contou que estava passando um tempo na Alemanha, visitando a namorada, e resolveu comprar o “blind book”, que é uma passagem que você pede no balcão, sem destino certo. A que cair, você vai. Custa só 19 euros, e se compra ida e volta de mais ou menos uma semana.
Caiu Milano para ele, e eu já anotei as dicas, porque um dia certamente vou fazer.
Já que a gente caiu em Milano, então, bora seguir viagem fazendo companhia. Ele queria conhecer Veneza. Eu também, mas, estava com pouco dinheiro, só receberia segunda. Ele também! Era uma sexta… “vamos arriscar?” Também tinha albergue lá, e era barato. Estávamos em Trezzano, fui buscar umas coisas para ir, e quando voltávamos, um fiscal nos parou, e pediu o ticket. Quando mostramos, ele reclamou que era o ticket errado, pediu os documentos, e nos multou em 34 euros cada um. COMO ASSIM?! Era o valor só de ida no trem para Veneza! Por causa de um ticket que custa 2 euros? Ele disse: “Se não pagarem agora, chamo a polícia, e vocês vão para delegacia”. Paguei. Mas aprendi depois que, se você não tiver o dinheiro, não tem que pagar, diz que paga no balcão da empresa lá depois.
Porém, como não sabiamos disso ainda, eu e meu amigo mexicano chegamos tristes na estação. Perdemos o horário do trem, e não sabíamos se o dinheiro seria suficiente para trêm ida e volta, comida e hotel. Veneza parecia ser bem cara, mas a sorte foi que, achamos uma passagem intermediária pela metade do preço.
Só teve um porém, a tal passagem nos garantia ida até uma estação antes do nosso destino, e isso soubemos só depois que passamos a tal estação, quando o fiscal nos parou, pedindo a passagem para carimbar. Nessa hora não sabiamos falar italiano e muito menos inglês! Hahaha. Fazia que não entendia, ficamos assustados “ah não, nós tinhamos que ter descido!” O fiscal: “tudo bem, desçam na próxima e comprem a volta”. Descemos, e quando vimos que o fiscal trocou de vagão, corremos para fora da estação!
Quando saímos e olhamos o visual, a certeza veio à tona: estávamos em Veneza! Paramos e ficamos contemplando com cara de idiotas, rindo de bobeira. É lindo demais.
Logo perguntamos pelo alberguee descobrimos que ficava na ilha do outro lado de onde chegamos, e teriamos que gastar com balsa, e correr o risco de não ter vaga. E a passagem não era barata! Fomos andar … Os hotéis eram bem caros. Já estava quase achando que iríamos dormir na rua, quando achamos um hotel, que tinha só um quarto, e a dona nos deu um desconto, com café da manhã. Saiu a preço de albergue.
No dia seguinte aproveitamos a cidade. O lugar é um labirinto, lotado de turistas do mundo inteiro, e de pombas e pardais adestrados que comem na sua mão, e só faltam pedir dinheiro para tirar foto, como todo italiano faz nos pontos turísticos por lá…
Achei dinheiro perdido na bolsa, e foi a festa. O primeiro pensamento foi: “Vamos comer pizza”. Hahaha. Achamos uma lanchonete que vendia um pedaço de pizza de muzzarela enorme, mais garrafa de coca-cola por 3 euros! Era perto de uma universidade. Estudante e pobre como nós não passa fome em Veneza! Simplesmente comi a melhor pizza de toda minha vida, sem exagero nenhum!
Só não deu mesmo para dar uma volta de gôndola, que custava 80 euros! Só tirei uma foto das gôndolas e de um gondoleiro, que era um gato, e eu tinha que registrar! Hahaha.
Dois dias em Veneza foram o suficiente para andarmos a cidade quase toda, e ter uma das melhores experiências para entrar na lista.
Depois achar outra passagem pela metade do preço para voltar no mesmo dia foi mais sorte, e fechou com chave de Ouro. O chato só foi saber que no fim de semana seguinte, era o festival Heineken com o Green Day tocando, e a “tia” do hotel faria a reserva pelo mesmo preço. Claro, se voltássemos, né?
Btw, a pergunta que fica é: será que ela ainda pode fazer mesmo preço para voltarmos ano que vem? =D
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Fotos: Mel Nader
31/08/2010
por Maripê
Guia de Viagem: Buenos Aires, Hermosa!
Logo que entrei para a equipe do Ladies fui encumbida de fazer esse post, já que acabei de voltar de Buenos Aires! Pensei bastante no que dizer aqui e cheguei à conclusão de que não iria fazer um guia como existem por aí, cheio de “vá para essa rua, visite esse lugar e esse”. Optei por fazer um TOP 5 BsAs, baseado nas minhas experiências pela cidade durante uma semana.

1 – Plaza Serrano
Se em 7 dias eu fiquei em BsAs, em 4 deles eu fui pra Plaza Serrano! A praça fica no centro de Palermo Soho e é uma das atrações mais recentes dos roteiros de Buenos Aires. Point dos argentinos, é lotada de barzinhos que, ora abrem as portas para a balada, ora para feiras de arte, design e moda – um esquema bem parecido com o que temos aqui, no Mundo Mix.
O bairro recebeu o apelido de “casa dos novos designers”, e é justamente por isso que vale a pena dar uma passeada por lá: feita por estilistas mais “modernos”, as roupas são recheadas de influências internacionais mas sem perder a característica da moda argentina. Ou seja, o que você achar lá, você sóoo vai achar lá e geralmente é tudo de pouca produção ou até, peças únicas! Dá uma espiadinha no que eu achei por lá (preços em pesos):

A única falha é que a maioria dos stands não aceita cartão de crédito, e nessas você pode perder a chance de comprar aquele vestido lindo que te serviu magicamente! Então se o seu roteiro do dia for para lá, leve bastante dinheiro em nota para não se arrepender depois.
Vale lembrar que o Real é bastante aceito por lá e sua troca em mercadorias acaba valendo mais a pena do que trocar no câmbio! Para ter uma ideia, consegui comprar com o real valendo 2 Pesos, enquanto no câmbio a cotação estava em média 1,80 Pesos – Economia que parece boba, mas no fim das contas rende vários alfajores! ;)
2 – Guapachoza & UniClub
Um centro cultural e uma balada, ambos bem próximas um do outro. É uma ótima opção de passeio típico argentino, ou seja, chega de brasileiro a cada esquina – um dos males de quem vai para lá querendo ver é gringo! :P
Dica para aqueles que querem algo mais cultural, mas sem se prender à apenas um espetáculo de Tango. No Guapachoza são apresentadas pequenas peças e performances de variadas linhas e funciona como um ótimo happy hour. Foi lá que eu e minhas amigas conhecemos argentinos simpáticos que nos apresentaram à UniClub!
Na Uni acontecem diferentes festas nos dias da semana, mas eu fui e recomento a Afrolunes e a Latin Jam, segunda-feira e quarta-feira, respectivamente. Na primeira rola a apresentação do Cheick Gueye, do Senegal, com seu espetáculo “La Bomba De Tiempo” – música africana, com muitos tambores e uma energia inimaginável. A quarta-feira é movimentada pela música latina de improviso, sempre com a mesma banda. Outra experiência bem interessante, dançar Salsa é extremamente divertido mas bem difícil, hehe.
3 – Bath & Health
Uma das coisas que me estressou por lá durante minha vista foi o frio absurdo e o que ele fez com minha pele. No primeiro dia eu já estava com os lábios rachados e com a pele muuuuuuuito seca… Não deu outra que já parei no shopping em busca de um hidratante.
No shopping Alto Palermo encontrei um quiosque da VZ e comprei um creme para o rosto por 22 pesos! Usei até não poder mais, tanto que minha pele melhorou muito nos próximos dias e resolvi voltar lá para comprar mais alguns produtinhos, que você vê na imagem abaixo.

Paguei entre 22 e 30 pesos em cada produto e, fazendo a conta, sai muito barato em real! Vale super a pena e é um ótimo presentinho cheiroso para as amigas, a mãe, a sogra… ;]
4 – Calle Aguirre – A Rua dos Outlets
Imperdível! Se você curte roupas de marcas estilosas, é pra lá que você tem que ir. Eu fui pela Puma, que tem um preço absurdamente fantástico na Argentina. Não sei o que acontece, mas tudo você encontra por no mínimo metade do preço em relação ao Brasil. Quase derreti na loja, mas acabei optando só por levar um tênis (roxo e amarelo).
O legal é andar com calma e tirar no mínimo uma tarde para passar. São alguns quarteirões com várias lojas, entre marcas famosas e internacionais – como Nike, Lacoste e Timberland – e algumas argentinas, mais clássicas. Lá eu também encontrei um casaco preto de malha por R$ 150,00, da Ojorojo – aqui um casaco daqueles saíria por no mínimo uns 300!

5 – San Telmo
A Feirinha de antiguidades de San Telmo provavelmente deve ser uma das melhores do mundo. Histórico, o bairro traz todo domingo uma feira gigante com muita coisa bacana – prato cheio pra quem curte artefatos vintage. Só pra ter uma ideia, no meio de casacos de couro de brechós e infinitos livros nos sebos, surgiu um telefone público da década de 60 – que obviamente minha amiga comprou!
Além da feirinha na rua, vale lembrar da visita ao Mercado San Telmo. O prédio foi projetado em 1897 pelo arquiteto Juan Antonio Buschiazzo, também dono do visual do cemitério da Recoleta e da abertura da Avenida de Mayo. Lá o tempo parece ter parado, a arquitetura, a energia e a vibe transformam o lugar num ponto mágico, um dos meus favoritos ;]

Claro que Buenos Aires traz ainda muito mais lugares lindos para você ir e segredos para desvendar. Mas fica aqui a dica para não deixar de passar nesses pontos, pois com certeza vai valer a pena!
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Fotos: Maripê
19/07/2009
por Raquel Baccarini
Exclusividade ao alcance de poucos.
Entre as minhas garimpadas pela web, resolvi montar uma wish list para minha viagem aos Estados Unidos. Procura vai, procura vem, me deparei com essa coleção de malas:
São as elegantes “Globe-Trotter” de coleção centenária que desde 1897 viajam pelo Mundo inteiro, com clientes tão reais quanto a Rainha da Inglaterra e por locais tão elevados quanto o Monte Evereste.
Feitas à mão na Inglaterra usando originais máquinas vitorianas e as únicas que utilizam o material de fibra vulcânica, o que as torna leves, mas ao mesmo tempo resistentes, segundo a Globe-Trotter, a ponto de até mesmo um elefante poder subir nelas sem as machucar.
As coleções são manufaturadas em número reduzido para manter a sua exclusividade. Um luxo para poucos viajantes. E infelizmente, ainda não vai dessa vez que elas entrarão em minha Wish List for Trip, enquanto isso, só me resta admirar.


















